O falcoeiro

François de Grossouvre transformou sua paixão pela falcoaria em um trabalho único no país. Desde 2022, junto a uma equipe de aves de rapina especialmente treinadas, ele patrulha o espaço aéreo do Aeroporto Chapelco de forma natural e eficaz — substituindo métodos invasivos por uma solução inspirada na própria natureza.

"Graças ao sobrevoo das aves de rapina, o equilíbrio é restabelecido na região."

François de Grossouvre, falcoeiro

A equipe

Gavião-de-cauda-branca (Haraka)

Haraka

Gavião-de-cauda-branca Parabuteo unicinctus

Presente em todo o país. Caça lebres, coelhos e aves em perseguição direta, muitas vezes em grupo familiar. Sua coloração o camufla entre as árvores; a cauda longa e as asas arredondadas permitem giros rápidos na vegetação.

Falcão-de-coleira (Carfune)

Carfune

Falcão-de-coleira Falco femoralis

Vive e caça em casal, muito presente na Patagônia. Persegue aves em voo com a mesma técnica do falcão-peregrino — sua leveza e cauda longa permitem manobras acrobáticas entre a vegetação.

Falcão-peregrino (Galileo)

Galileo

Falcão-peregrino Falco peregrinus cassini

O animal mais rápido do planeta: ultrapassa 300 km/h em seus ataques em mergulho. Pode subir mais de 800 metros para vigiar a pista, e atacar a mais de 2 km de distância.

O falcão-peregrino, em números

300+km/h velocidade em mergulho
800m altura de patrulha
2km alcance de ataque
Antes de cada patrulha, as aves viajam encapuzadas — isso as mantém calmas até chegar à pista.

Uma tradição milenar, a serviço de cada voo

A falcoaria substitui métodos invasivos de controle de fauna por uma solução que trabalha com o ambiente, não contra ele — protegendo cada decolagem e pouso na porta de entrada da Patagônia.